Feliz Natal!
Publicado 25 Dezembro, 2009 r Comunicados Deixar um ComentárioTags: feliz natal, natal
Na onda dos all-inclusive
Publicado 3 Novembro, 2009 r Resorts Deixar um ComentárioTags: all-inclusive, Resorts
Com tantos resorts brasileiros entrando na onda dos all-inclusive, pode ser difícil escolher um. Confira o post de Ricardo Freire sobre isso no blog Viaje na Viagem.
(Clique na imagem para ler o post)
Resort: Iberostar Praia do Forte
Publicado 15 Outubro, 2009 r Resorts Deixar um ComentárioTags: Iberostar, iberostar praia do forte, Praia do Forte, resort
Continuando a sequência de posts sobre os resorts brasileiros, vem o Iberostar Praia do Forte, o segundo da rede Iberostar no Brasil (o primeiro deles é o Iberostar Bahia, inaugurado em 2006).


SOBRE O IBEROSTAR PRAIA DO FORTE
O Iberostar Praia do Forte foi inaugurado em 2008, na Praia do Forte, ao lado do outro resort da rede, o Bahia. Classificado na categoria Premium, o Praia do Forte traz ainda mais conforto e sofisticação, tanto na arquitetura, quanto nos serviços. Quem se hospeda no Praia do Forte, além de ter à sua disposição uma enorme área de lazer, pode utilizar também a área do Bahia, além dos serviços de culinária e bebidas. Mantém o sistema “all inclusive”, com ainda mais opções.
COMO CHEGAR
O Iberostar Bahia está situado no Km 57 da rodovia BA 099, entre Praia do Forte e Mata de São João, a 75 km de Salvador e a 55 km do Aeroporto Internacional.
FACILIDADES
- 536 apartamentos
- 6 piscinas
- 5 restaurantes
- Golf com 18 buracos
- 2 salões de eventos
- Três quadras de tênis
- Anfiteatro para 800 pessoas
- Quartos para deficientes físicos
- Baby Copa
- Playgorunds
ACOMODAÇÕES
Distribuídos em três edifícios orientados ao mar, com 536 apartamentos e suítes, todos com varandas e 46 m², oferecem ainda mais espaço e conforto para que o hóspede experimente a sensação de estar em um hotel premium.
- Todos os apartamentos e suítes estão equipados com: TV LCD 32″ com canais via satélite, rádio despertador com CD player, cafeteira, ferro e tábua de passar roupa, minibar, secador de cabelo, ar-condicionado, ventilador de teto, telefone, acesso à internet, cofre eletrônico e instalações exclusivas para portadores de necessidades especiais.
- 2 Suítes Presidenciais: Ambientes e decoração ainda mais sofisticados.
- 432 Apartamentos Superiores: Área de 46 m² com camas King Size e Queen.
- 102 Suítes Júnior: Área de 52 m² com camas King Size e Queen.
ENTRETENIMENTO
Além da equipe STARfriends e da programação diária de entretenimento, o hotel oferece copa para bebê em cada edifício, o mini club com duas salas para crianças a partir de 4 anos, berçário, quiosque para aeróbica e ginástica, três quadras de tênis e um anfiteatro com 1.480 m² e capacidade para até 800 hóspedes, onde são oferecidos shows noturnos variados. Tudo isso sem contar as seis piscinas, sendo duas com bordas infinitas e de frente para o mar, que transformam a paisagem em um espetáculo ainda mais deslumbrante.
GASTRONOMIA
São cinco restaurantes com diferentes especialidades:
- Odoiá: Restaurante Baiano
- Mai Tai: Restaurante Oriental
- Do Lago: Restaurante Gourmet
- Pelô: Restaurante Buffet Internacional
- Maresias: Restaurante de Praia Surf & Turf
DISCOTECAS E BARES
- Bar da Piscina Yemanjá
- Lobby Bar Piatã
- Music Bar Gandaia
- Bar do anfiteatro Axé
- Bar dos Charutos Dona Flor
ALL INCLUSIVE PREMIUM
O pacote inclui serviço de culinária e bebidas alcoólicas e não alcoólicas nacionais e importadas servidas em taças ou doses (incluindo whisky 12 anos) com altíssimo padrão de qualidade e variedade.
O QUE ANDAM DIZENDO POR AÍ
“O segundo resort da rede espanhola na Bahia consegue ser ainda melhor que o primeiro. Ambos são all-inclusive, pertencem ao mesmo condomínio e compartilham a praia, o campo de golfe e as salas de convenções. Porém, aqui, há mais mordomias, como a presença de um concierge em cada um dos três blocos de quarto e a possibilidade de freqüentar cinco restaurantes, de especialidades diferentes. As acomodações são igualmente superiores – todas têm cama king-size, cafeteira e TV LCD 29″. E a arquitetura também se destaca: o jardim é cercado por espelhos d’água e o lobby tem bela vista para a mata, de um lado, e para o mar, do outro. Recebe o prêmio de Resort do Ano do Guia Brasil 2009.”
“Se o primeiro resort Iberostar no país, o Bahia, ali ao lado, mudou o patamar dos all-inclusive no Brasil com seu gigantismo e seus preços possíveis, o Praia do Forte veio homologar o esquema. Com uma das melhores infra-estruturas do litoral brasileiro, já foi premiado pelo Guia Brasil 2009 como resort do ano. (…) Da rodovia se avista o portal que indica a entrada. Curvas pra cá, curvas pra lá e, enfim, a recepção. O impressionante pé-direito, de quase 7 metros, permite a entrada de bastante luz e uma leve brisa do mar. (…) O grupo espanhol Iberostar, com empreendimentos em 14 países, irá enleirar três resorts naquela região do litoral baiano, uma das mais belas, vale dizer. O Iberostar Bahia, com 632 apartamentos, abriu em 2006; o terceiro, número de quartos incerto, tem inauguração prevista para 2010. Além deles há um clube de golfe de 18 buracos que deverá ser rodeado por vilas de casas dentro de poucos anos”.
“Distante apenas 50 km de Salvador, uma das novidades da região é o (…) Iberostar Praia do Forte, resort de categoria Premium (…). Em outubro do ano passado [2008], antes mesmo de entrar em operação, em regime de soft opening, ele foi eleito o empreendimento do ano pelo Guia Quatro Rodas. Desde o lobby – de onde se tem uma vista de todo o complexo – até o caminho que leva aos 536 amplos apartamentos com varanda e vista para o mar, o resort impõe o mesmo estilo adotado pelo resort vizinho, de mesma bandeira, o Iberostar Bahia. Impecáveis jardins se misturam ao conjunto de seis piscinas que formam um espelho d’água de 4.000 m². Duas delas possuem bordas infinitas, tendo o oceano como pano de fundo. O resort funciona no esquema all inclusive e todos os cinco restaurantes de especialidades (baiano, oriental, francês, frutos do mar e café da manhã internacional) prometem uma deliciosa experiência gastronômica. Outra novidade é o room service, que também faz parte do sistema tudo incluído, oferecendo menu completo das 23h às 5h. Se quiser, o hóspede pode também usufruir do complexo de lazer, bares e restaurantes do vizinho Iberostar Bahia. Nesse verão (…) [foi] inaugurado o Thai Zen Space, um Spa com tratamentos tailandeses que (…) [tem] oito cabines de massagem com terapias variadas, piscina coberta, academia, sauna, banho turco e cabeleireiro”.
Leia mais sobre a Praia do Forte e seus resorts na revista Viagens Gerais.
Resort: Iberostar Bahia
Publicado 14 Outubro, 2009 r Resorts Deixar um ComentárioTags: Iberostar, iberostar bahia, Praia do Forte, resort
Esse é o primeiro de uma série de posts que a Persona está preparando sobre os resorts brasileiros. E quem vai ser o protagonista dessa estreia é o Iberostar Bahia.



SOBRE O IBEROSTAR BAHIA
Inaugurado em 2006, o Iberostar Bahia, primeiro resort da rede Iberostar no Brasil, fica localizado na Praia do Forte, ao norte de Salvador (em 2008 foi inaugurado o Iberostar Praia do Forte e o terceiro resort da rede tem inauguração prevista para 2010; ambos na mesma localização do Bahia). Foi pioneiro em oferecer o sistema “all inclusive”.
COMO CHEGAR
O Iberostar Bahia está situado no Km 57 da rodovia BA 099, entre Praia do Forte e Mata de São João, a 75 km de Salvador e a 55 km do Aeroporto Internacional.
FACILIDADES
- 632 apartamentos
- 4 piscinas
- 5 restaurantes
- Golf com 18 buracos
- 2 salões de eventos
- Anfiteatro para 600 pessoas
- Quartos para deficientes físicos
- Baby Copa
- Playgorunds
ACOMODAÇÕES
Com 632 acomodações, o hotel possui apartamentos e suites com vista parcial ou frente mar, piscinas e campo de golf.
- Todos os apartamentos e suítes estão equipados com: internet, minibar, secador de cabelo, ar-condicionado, ventilador de teto, telefone e TV satélite. O hotel também oferece cofre eletrônico, voltagem 220v e quartos para portadores de necessidades especiais.
- Suite Presidencial: Ainda mais sofisticada.
- Suite Junior: Frente mar com varanda e área total de 41 m².
- Apartamentos Superiores: Vista lateral mar com frente para piscinas, jardins ou campo de golf. Todos com varanda e área total de 36 m².
ENTRETENIMENTO
A equipe STARfriends proporciona diversas atividades e brincadeiras para crianças e adultos. No Lucy’s Club há vários tipos de serviço para crianças entre 04 e 12 anos de idade, e os adultos podem desfrutar de jacuzzi, massagem, internet room, bar de charutos, salão de bilhar, serviço de babá, biblioteca e copa do bebê.
GASTRONOMIA
- Restaurante Meu Rei: Buffet Internacional
- Restaurante Maré Nostrum: Cozinha Mediterrânea
- Restaurante Sakura: Cozinha Japonesa
- Restaurante Coqueiro: Cozinha Brasileira
- Restaurante La Palma: Aperitivos
DISCOTECAS E BARES
- Havana Bar & Charutaria
- Aqua Bar
- Abaeté Lobby Bar
- Discoteca Ballada
- Itapoã Anfiteatro
- Shows noturnos
* Shows diários de domingo a domingo.
ALL INCLUSIVE 24 HORAS
Incluídos: Bebidas alcoólicas e não alcoólicas nacionais e importadas servidas em doses ou taças, além de atividades, entretenimento, acomodações e minibar.
Não estão incluídos: Chamadas telefônicas, golfe, internet, lavanderia, transfers e todas as despesas pessoais.
O QUE ANDAM DIZENDO POR AÍ
“Pode ser considerado um divisor de águas na história dos resorts brasileiros. Ao implantar o sistema all-inclusive com preços semelhantes aos concorrentes que ofereciam apenas café e jantar, fez uma revolução. Depois dele, cada vez mais resorts passaram a aderir ao sistema. A fartura se reflete em números: são cinco restaurantes (francês, mediterrâneo, oriental, brasileiro e variado). Os quartos também são ótimos: têm cama king-size e TV 29″ de tela plana”.
“O Iberostar funciona no sistema all inclusive – você come e bebe à vontade, incluindo drinques importados (apenas a carta especial de vinhos fica fora do esquema). E come bem. São cinco restaurantes, sete bares e uma sorveteria. No restaurante Maré Nostrum a decoração é marítima. No japonês Sakura, o chef prepara tepans e sushis na frente dos hóspedes. Se o hotel não estiver muito lotado, dá para pedir umas aulas e arriscar enrolar seu próprio sushi. No bar Ballada, há DJs até a alta madrugada. E o clima introspectivo do pub Havana atrai apreciadores de cachimbos e charutos. A área de lazer do hotel é excelente para quem viaja com ou sem crianças. A piscina é enorme e tem vários espelhos d’água e deques molhados, com espreguiçadeiras voltadas para o mar. Há quatro quiosques de massagem. Em janeiro de 2007, o resort (…) [ganhou] um campo de golfe com 18 buracos assinado pelo designer P.B. Dye – em 2008 (…) [foram] outros 9 buracos. A promessa (…) [foi a de que seria] o melhor campo profissional do Brasil. No Lucy’ s Club, um time de monitores bem treinados toma conta das crianças de 4 a 12 anos. O forte é a criatividade na hora das brincadeiras. Fique sossegada: vai ser bem difícil os moleques caírem no tédio”.
“O resort da Bahia foi bem planejado e já abriu nos trinques, o que é raríssimo em se tratando de resorts desse porte no Brasil. Me senti numa mistura de Club Med (pela intensa programação de recreação, e os shows noturnos bem produzidos) com Breezes (pela fartura, ainda maior, de comida, disponível 24 horas, sem intervalo) (…). A praia, tecnicamente, é a Praia do Forte, mas a vila está a uma hora de caminhada (as piscinas naturais do Papa-Gente, porém, estão a apenas meia horinha), e o trecho em frente ao resort é bonito, mas não é manso (…). Ou seja: ao fim e ao cabo, o Iberostar é uma espécie de mix (…) dos resorts mais bem-sucedidos do Brasil – mas custando significativamente menos. Se você está viajando com crianças; se quer ver a família inteira ocupada e satisfeita; se não quer deixar meio carro popular numa semana de férias; e se não quer ter surpresas ao fechar a conta, o Iberostar é para você”.
Leia mais sobre a Praia do Forte e seus resorts na revista Viagens Gerais.
Dica de viajante: Israel
Publicado 31 Agosto, 2009 r Destinos , Dica de viajante , Israel 1 ComentárioTags: Israel, jerusalém, mar morto, tel aviv
Impressões de Mariana Garcia sobre um destino não muito comum para os brasileiros: Israel!

Estrada a caminho do Mar Morto. Foto: Mariana Garcia.
Impressões israelenses
Fato mais que consumado: há coisas que nenhum guia de viagens te conta. Coisas que a gente só sente/percebe in loco, principalmente quando se trata de um país que opera numa lógica tão distante da nossa. No meu caso, Israel. Aqui vão então algumas impressões sobre a “Terra Santa”:
1. De um lado está a milenar Jerusalém, com sua cidade velha, templos religiosos e sua “cidade nova” que mais soa como velha. Do outro, a centenária e cosmopolita Tel Aviv, com seus cafés, pubs, museus, carros japoneses e indústrias de ponta, como a Microsoft. Para mim, a postura dos israelenses judeus frente ao shabat (que vai do pôr-do-sol de sexta, ao pôr-do-sol de sábado) ficou como símbolo dessa diferença: em Jerusalém, a cidade morre, o transporte público pára de funcionar completamente e é possível encontrar só taxis de árabes pelas ruas; em Tel Aviv, é o dia em que as pessoas aproveitam para ir a festas e afins.
2. Outra contradição é a sensação de segurança. Ao mesmo tempo que você pode andar pelas ruas tranquilamente com os seus bens mais valiosos, inevitavelmente terá que abrir sua bolsa e/ou porta-malas quando for entrar em algum lugar público. Em alguns shoppings, por exemplo, tem até aquelas pessoas segurando detectores de metal. O medo do ataque terrorista está em toda parte, mas as pessoas parecem fingir que não percebem. No final das contas, percebi que até eu estava me acostumando.
3. Falando em segurança… A guerra está bem mais longe do que imaginamos. Não estou falando de um longe geográfico. Num país em que uma viagem de duas horas é considerada longa, essa distância é mais metafórica mesmo. Em Tel Aviv pelo menos, me pareceu que eles vivem como se nada acontecesse. Não é por acaso que a cidade leva o apelido de “A Bolha”. Em Jerusalém, os conflitos me pareceram camuflados pelo grande número de turistas, mesmo com tantos mulçumanos, judeus e cristãos juntos. Embora o exército esteja por toda parte, só me senti num país em conflito duas vezes. Na cidade de Bet Arye, que é “metade” judia e “metade” árabe, vi os tão falados tanques de guerra pela primeira vez e também uma vigilância maior do que a média. Depois foi no caminho do Mar Morto para Jerusalém, na fronteira com a Jordânia. Lá, o número de tanques e soldados era maior.
4. Li em algum lugar que Tel Aviv é a 17° cidade mais cara do mundo. O “caro” pode ser levado para o resto do país também. Carne é uma fortuna, ainda mais se for fresca. Frutas são consideradas boas sobremesas e raramente uma família as usa para fazer suco. Seria como jogar dinheiro fora. Embora os israelenses tenham feito praticamente um milagre no quesito agriculta (milagre tecnológico), a terra é pouca e a exportação é muita. E não adianta ficar iludido com o Real valendo o dobro do Novo Shekel. Com um real você ainda compra alguma coisa, nem que seja um chocolate. Mas com um shekel, dificilmente.
5. A pergunta que não pude evitar: então, o que está achando de Israel? Para evitar tocar em assuntos “densos” e não muito confortáveis, me lembrei da primeira impressão que tive do país, ainda da janela do avião, e que se confirmou (e muito) de perto. Israel é muito monocromático. Todos riam e, aqueles que não conheciam o Brasil, perguntavam “como é no Brasil”. Contei para eles sobre o Pelourinho, das casas azuis, amarelas, verdes e rosas e também das roupas coloridas. Me achava um verdadeiro arco-íris no meio daquelas pessoas vestidas de preto, branco e tons de marrom. Descobri depois que o Sacha Baron Cohen (aquele ator inglês que interpretou Borat e Brüno e é judeu praticante) compartilha da mesma opinião.

Judeu ortodoxo na cidade velha de Jerusalém e cartazes de festas e afins em Tel Aviv. Foto: Mariana Garcia.
Para gostar e estranhar Israel
Coisas que você com certeza vai gostar:
• Comida. Basicamente é aquela que vemos aqui no Brasil nos restaurantes árabes: pasta de grão de bico (húmus, em hebraico), tahine, babaganoush (o nome em hebraico soa como salat ratizlim, no bom português, salada de berinjela), kabab, tabule, falafel, mijadra e a opção bife de carne de carneiro pro sanduíche. Tem também o shawarma (que geralmente é feito de carne de peru fatiada, dentro do pão pita (que a gente costuma chamar de pão árabe), tahine e muita salada. E você pode repetir a salada quantas vezes agüentar. Aqui no Brasil tem um parente próximo do shawarma, é o Churrasquinho de Grego. Ah, a menos que seja um religioso ou curioso, não coma em lugares escrito “kosher” na placa (nem no McDonald’s ou Pizza Hut). A comida kosher é aquela que obedece as regras do judaísmo, e isso inclui não misturar carne e queijo, por exemplo;
• Receptividade. Os israelenses não só sabem como viajar, como também sabem como receber. Dar informações nunca é um problema;
• Infra-estrutura. Confesso que tive uma senhora inveja da qualidade das estradas deles. Sequer um buraco para eu reclamar. Todas as ruas sinalizadas em pelo menos três línguas (hebraico, árabe e inglês). Serviço de saúde e educação com qualidade não é utopia;
• Museus. Tem para todos os gostos. Até para raquetes de Matkot, nome do frescobol das praias israelenses. Dá pra gastar mais de cinco horas fácil, fácil no Tel Aviv Museum of Art, que tem de Matisse e Renoir a fotografias de Andy Warhol.
• Clima em Jerusalém. Foi um dos poucos lugares em que não senti vontade de sair correndo para perto de um ar-condicionado. O que me leva a um conselho: não vá a Israel no verão. Prefira a primavera ou o outono. Mas não estou falando só desse clima. A energia de Jerusalém é boa, tranqüiliza. Até mesmo quem não é religioso (como eu) não consegue ficar indiferente a isso.
Coisas que você provavelmente vai estranhar:
• Taxis Mercedes (e não ônibus). E eles geralmente têm GPS e o ar-condicionado sempre ligado;
• Placas na estrada avisando para ter cuidado com os camelos; Eles são muito usados pelos beduínos e em vários pontos nas estradas dá pra parar e pagar para andar por alguns minutos em um.
• Café-da-manhã com muita salada, principalmente tomate, pepino, pimentão e couve;
• Hostel “família”. Se você já se hospedou em algum na América do Sul, sabe do que estou falando (festas, barulhos e irlandeses bêbados). É comum ver inclusive pais, mães e filhos se hospedando em hostels, que, se levarmos em consideração os quartos e a comida, está mais para um hotel três estrelas.
• Haredim. Esse é o nome, meio preconceituoso, dado aos judeus ultra-ortodoxos. Eles estão por toda parte (inclusive em Tel Aviv). Os homens lembram peregrinos americanos com aqueles chapéus ou o kippah. E a maioria das mulheres casadas usam lenços e/ou perucas porque só o marido pode ver o cabelo. Ficava me perguntando como eles conseguiam usar roupas cobrindo praticamente todo o corpo naquele calor de 40°…
• Direita para a esquerda. Como se a língua já não usasse um alfabeto diferente, eles também lêem e escrevem da direita para a esquerda. Os computadores obedecem essa lógica. O botão “iniciar” no Windows em hebraico fica no canto inferior direito, logo abaixo dos ícones. Até a caixinha do CD abre ao contrário da nossa. E eu sempre achava que um anúncio publicitário era a capa de uma revista…
• Russos. Se você fala russo, provavelmente vai conseguir se virar em Israel. São mais de um milhão de russos vivendo por lá. Nas bancas de revista tinha mais títulos em inglês e russo do que em hebraico. Muitos deles sequer falam um “a” em hebraico. Conheci um russo que trabalha em Tel Aviv que só sabia uma palavra: shalom!
Mais fotos da viagem da Mari a Israel no álbum dela no Flickr.
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A Curitiba dos turistas
Publicado 19 Agosto, 2009 r Brasil , Curitiba , Destinos , Paraná Deixar um ComentárioTags: curitiba, turismo
Quem disse que Curitiba não é uma cidade turística se enganou. A cidade com a melhor qualidade de vida do Brasil não é agradável apenas para seus moradores, mas também para os que se atrevem a visitá-la. Tem até ônibus turístico, daqueles tipo os londrinos. Portanto, cruze os dedos para que não chova e não faça muuuito frio e curta um final de semana na capital do Paraná, com direito a inúmeros parques verdes e boa gastronomia.

Jardim Botânico e sistema de transporte urbano
Quem vem das grandes capitais do sudeste se assusta ao chegar em Curitiba: a cidade é limpa, organizada, arborizada e possui pouco trânsito e pouca violência. Uma mistura de Los Angeles com Buenos Aires e Montevidéu. Uma volta pelos bairros residenciais da cidade já é um belo de um passeio. Aproveite para curtir as feiras de comidas típicas, as deliciosas panificadoras (nossas padarias, só que mais requintadas) de bairro e as praças repletas de flores e chafarizes.

Feira do Batel e Praça da Espanha
Os parques são a grande atração de Curitiba. São incontáveis e oferecem opções de lazer para todas as idades, lagos, rios, ciclovias, quadras esportivas, áreas verdes e memoriais em homenagem aos imigrantes. Para o turista que quer descansar, a pedida é comprar uma comidinha de feira, de padaria (ou panificadora) ou do mercado municipal, estender a toalha de piquenique no gramado de um desses parques e passar a tarde exercitando o people watching.

Parques Barigui e Tingui
E por falar em comer, boas opções de restaurante não faltam em Curitiba. Além dos típicos, como os italianos de Santa Felicidade, tem desde rodízios onde se come de tudo por um preço razoável, passando por restaurantes de alta gastronomia, até as lanchonetes em estilo americano e os bares temáticos (como os mexicanos e os pubs irlandeses), que também têm boas pedidas. Resumindo: o que não falta é comida boa por lá. E o padrão de atendimento é excelente, muito acima do que estamos acostumados por aqui.
No quesito cultura a cidade não fica pra trás. São muitos teatros, museus e espaços para shows e apresentações artísticas. Tem sempre alguma coisa legal acontecendo por lá: seja uma apresentação de teatro de bonecos, um show de dança típica, apresentações de bandas independentes ou exposições de arte contemporânea. Destaque para o Museu Oscar Niemyer, conhecido como Museu do Olho (por causa de um dos prédios que fazem parte do complexo, projetado pelo famoso arquiteto e que possui uma forma que lembra um olho).

Museu Oscar Niemyer
À noite, mesmo com o frio, a cidade não para. Depois de jantar em um dos ótimos restaurantes, o turista pode escolher entre um dos bares ou casas noturnas badalados da Batel (rua famosa pelas baladas) ou alguma outra das inúmeras opções que a cidade oferece.

Sobremesa em um restaurante em Santa Felicidade e agito na Batel
Para quem quiser esticar o fim de semana, há vários destinos legais por perto. Um deles é Morretes, onde se pode comer o barreado, prato típico paranaense. A viagem até lá desde Curitiba pode ser feita de trem, passando pela Serra do Mar. Outro destino bacana, que fica pertinho de Curitiba é a Ilha do Mel, que segundo os curitibanos, é onde ficam as melhores praias do litoral do estado.
Convencido de que Curitiba é uma cidade turística? Então vá conhecer a cidade e volte com inveja dos moradores da “capital ecológica do Brasil”.
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Cruzeiro na Amazônia que cabe no seu bolso
Publicado 18 Julho, 2009 r Promoções Deixar um ComentárioTags: Amazônia, cruzeiro fluvial, Gran Amazon, Iberostar




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Férias de julho no melhor de Itacaré
Publicado 18 Julho, 2009 r Promoções Deixar um ComentárioTags: itacaré, itacaré village, resort, são josé

Preço por pessoa em apartamento Luxo, válido para saídas em julho, agosto e setembro, incluindo: passagem aérea BH/ Ilhéus/ BH, traslados aeroporto/ hotel/ aeroporto e 07 noites de hospedagem com café da manhã. Sujeito a reajuste e disponibilidade de lugares. Não inclui taxa de embarque.
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Férias de julho no Club Med
Publicado 7 Julho, 2009 r Promoções Deixar um ComentárioTags: Club Med, férias, julho, resort

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